Compreender também é uma forma de cuidar.

Nem sempre conseguimos compreender ou nomear aquilo que estamos vivendo ou sentindo.  Quando não encontramos palavras, explicações ou sentido para uma experiência, lidar com ela pode se tornar ainda mais difícil.

Meu trabalho parte da compreensão, do olhar e da escuta cuidadosa de cada pessoa, família e história para construir caminhos possíveis de enfrentamento, diante das dificuldades que estão sendo vividas.

PSICOTERAPIA · AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA · ORIENTAÇÃO PARENTAL

O que você está buscando compreender?

Existem momentos em que percebemos que algo precisa ser olhado com mais atenção, mesmo quando ainda não conseguimos compreender exatamente o que está acontecendo.

Diferentes necessidades podem pedir diferentes formas de cuidado.

Psicoterapia

Quando compreender a si mesmo pode abrir novas possibilidades.

A psicoterapia oferece um espaço para compreender sentimentos, pensamentos, relações e padrões que podem estar relacionados ao sofrimento ou às dificuldades vividas.

O processo não parte de respostas prontas, mas da construção de uma compreensão sobre sua história, sua maneira de se relacionar e aquilo que, neste momento, tem produzido sofrimento ou precisa ser compreendido de outra maneira.

Avaliação Neuropsicológica

Quando é preciso compreender melhor como você funciona.

A avaliação neuropsicológica é um processo de investigação que integra entrevistas, instrumentos específicos e outras informações relevantes para compreender diferentes aspectos do funcionamento da pessoa.

Mais do que chegar a um diagnóstico, quando ele se aplica, a avaliação busca compreender potencialidades, dificuldades e como esses aspectos se manifestam na vida cotidiana.

Orientação Parental

Quando compreender a criança e a relação pode ajudar a construir outras formas de cuidar.

A orientação parental oferece um espaço para compreender comportamentos, dificuldades e necessidades da criança, considerando seu desenvolvimento e as relações construídas no contexto familiar.

O trabalho também convida os responsáveis a olhar para suas próprias respostas e construir maneiras de comunicar, orientar e estabelecer limites preservando vínculo, respeito e confiança.

Um pouco sobre mim

Sou psicóloga e acredito que compreender uma pessoa exige olhar para além daquilo que aparece de imediato.

Minha forma de trabalhar parte da escuta da história, das relações e das experiências que ajudam a construir a maneira como cada pessoa sente, pensa e se relaciona consigo e com o mundo.

Na clínica, busco oferecer um espaço de cuidado, respeito e investigação, em que seja possível compreender o que tem produzido sofrimento, reconhecer recursos e construir novas possibilidades.

Minha trajetória

Minha trajetória profissional foi sendo construída em diferentes contextos de cuidado, entre a clínica particular e a atuação no Sistema Único de Saúde (SUS).

Na clínica, acompanho pessoas em seus processos de autoconhecimento, mudanças, desafios, diagnósticos e construção de novas possibilidades. No SUS, atuei em Unidade Básica de Saúde (UBS), em contato com diferentes demandas e realidades; incluindo os diversos tipos de violência e o trabalho com famílias diante dos desafios vividos na relação e no cuidado com os filhos.

Ao longo desse percurso, a Psicologia e a Neuropsicologia passaram a se complementar na minha prática, ampliando meu olhar para os aspectos emocionais, relacionais, cognitivos e do desenvolvimento.

Hoje, meu trabalho reúne psicoterapia, avaliação neuropsicológica e orientação parental, considerando que compreender uma pessoa exige olhar para sua história, seu contexto, suas relações, suas potencialidades e sua singularidade.

Conteúdos

Reflexões sobre Psicologia, Neuropsicologia e relações, para ampliar a compreensão sobre si, sobre o outro e sobre as experiências que desafiam a experiência humana.

Quebra-cabeça em formato de cérebro sobre uma mesa, representando a investigação do funcionamento cognitivo.

Será que preciso procurar um neuropsicólogo?

Dificuldades de atenção, memória, aprendizagem ou organização podem despertar dúvidas sobre a necessidade de uma avaliação neuropsicológica. Entenda quando essa investigação pode ser indicada, o que é avaliado e como ela pode contribuir para compreender o funcionamento de cada pessoa.

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Capa do artigo A Infância que se faz sempre presente

A Infância que se faz sempre presente

As experiências vividas na infância podem continuar influenciando a forma como sentimos, interpretamos situações e nos relacionamos na vida adulta. Neste texto, proponho uma reflexão sobre a chamada “criança interior” e sobre como compreender a própria história pode abrir novas possibilidades no presente.

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